Dados oficiais Sinduscon-RS e ITBI. Análise mensal atualizada por Giovani Brandão, CRECI 80689-F.
Os R$ 7,36 bilhões em VGV registrados em 2025 não são apenas um número. Eles representam uma mudança estrutural: o litoral norte deixou de ser mercado sazonal e passou a operar como destino de moradia permanente, com demanda contínua ao longo de todo o ano.
Capão da Canoa assumiu a liderança com R$ 1,9 bi — impulsionada por crescimento populacional de +51% desde 2010 (IBGE). Xangri-Lá manteve o segundo posto com R$ 1,75 bi, consolidando seu posicionamento de alto padrão com empreendimentos que entregam lifestyle e renda simultaneamente.
Minha leitura: O ciclo ainda está no começo. Quem compra em 2025–2026 em empreendimentos bem localizados e bem analisados estará posicionado para capturar a próxima onda de valorização, estimada entre 18–20% ao ano até 2030.
Números oficiais do Sinduscon-RS e prefeituras, baseados na arrecadação do ITBI. Dados 2025 que comprovam a solidez e o crescimento acelerado do seu investimento.
O Litoral Norte superou regiões tradicionais e se consolidou como o 2º maior polo de construção civil do Estado, segundo o Sinduscon-RS. Incorporadoras ampliaram presença com empreendimentos verticais, condomínios horizontais e loteamentos planejados.
O litoral deixou de ser destino sazonal. Com o avanço do trabalho remoto e melhoria nas rodovias, famílias passaram a morar definitivamente na região, gerando demanda estrutural contínua — independente da temporada.
A região registrou crescimento populacional de quase 26% entre os censos de 2010 e 2022 — contra menos de 2% do RS. Capão da Canoa lidera com +51%, garantindo demanda crescente e sustentada por imóveis nos próximos anos.